Experiências

«Vivo na Suíça há nove anos e trabalho desde então como enfermeira no grupo averecura. Ter a coragem de emigrar ...»

Cristina Gomes (Enfermeira)

Vivo na Suíça há nove anos e trabalho desde então como enfermeira no grupo averecura. Ter a coragem de emigrar para um novo país e, na fase inicial, deixar para trás a família, o marido e a filha, nem sempre é uma decisão fácil. No entanto, hoje estou muito grata pela oportunidade que me foi dada através do programa de recrutamento, pois ao longo dos anos foram-me oferecidos novos desafios que me permitiram evoluir profissionalmente em diversas áreas. A valorização como profissional de saúde e o bom ambiente de trabalho facilitaram, sem dúvida, a minha adaptação.

«Cheguei à Suíça há exatamente dez anos para trabalhar na psiquiatria fechada do grupo averecura, para ...»

Alexandra Matos (Enfermeira)

Cheguei à Suíça há exatamente dez anos para trabalhar na psiquiatria fechada do grupo averecura na minha profissão de eleição, a "enfermagem". Inicialmente, foi por vezes frustrante não conseguir aplicar os meus conhecimentos de alemão, uma vez que aqui se fala maioritariamente o dialeto local (que difere um pouco do alemão padrão). Hoje, porém, este tema recebe muita atenção e, como somos muitos portugueses em todas as áreas de trabalho, existe também muito apoio mútuo entre os diferentes departamentos. Durante este período, foi-me dada a oportunidade de progredir profissionalmente. Há cinco anos, fui nomeada vice-diretora do meu departamento e, desde 2019, assumi a chefia do mesmo. Além disso, desempenho a função adicional de supervisora dos protocolos de enfermagem, uma tarefa que exerço há oito anos. Neste contexto, pude frequentar vários cursos na área, o que também me proporcionou um cargo de liderança adicional. Para além do reconhecimento do trabalho e do empenho dos colaboradores, a entidade patronal tem também em conta a nossa vida privada. Posso descrever, em particular, o meu próprio caso, em que fui mãe e, graças ao apoio e à organização da empresa, foi e é possível conciliar um cargo de liderança com o novo desafio familiar.

«Vim para a Suíça em fevereiro de 2017 ao abrigo do programa de recrutamento. Não soube deste programa através da universidade, mas sim...»

Cátia Figueiredo (Enfermeira)

Vim para a Suíça em fevereiro de 2017 ao abrigo do programa de recrutamento. Não soube deste programa através da universidade, pois nessa altura já trabalhava há três anos, mas sim através de um colega que trabalhava comigo e que emigrou na altura. Decidi emigrar porque em Portugal tinha três empregos e não tinha tempo para a minha vida pessoal e familiar. Ao abrigo do programa de recrutamento no grupo averecura, recebi todo o apoio necessário para iniciar a minha carreira, como o acesso a um curso intensivo de alemão, a possibilidade de trabalhar simultaneamente, bem como um alojamento digno, confortável e de fácil acesso para o período inicial na Suíça. Ao longo dos anos, foram-me também dadas todas as oportunidades para evoluir profissionalmente e sentir-me confortável no meu trabalho como enfermeira, tendo ao mesmo tempo tempo para a minha vida familiar e pessoal. Embora o meu objetivo inicial fosse ficar apenas cinco anos na Suíça, atualmente, com a minha família a crescer, não tenho intenção de regressar a Portugal tão cedo.

«A decisão de emigrar não foi fácil, mas hoje a decisão de ficar na Suíça é uma decisão...»

Bruna Pereira (Enfermeira)

A decisão de emigrar não foi fácil, mas hoje a decisão de ficar na Suíça é simples e natural. Desde o momento em que cheguei, sabia que apenas o equilíbrio entre a vida privada e um emprego estável e promissor me faria ficar – e foi exatamente assim. Esta foi a minha primeira experiência pessoal: desde que trabalho no grupo averecura, o processo de integração foi rápido e simples. O que inicialmente parecia o maior obstáculo (a língua), foi rapidamente superado graças a um curso intensivo de alemão de seis meses. Num instante, consegui comunicar e expressar-me. E disso nasceu a motivação para fazer mais e melhor. O trabalho no grupo averecura abriu-me perspetivas profissionais, um dia a dia que me motiva a ser mais e melhor e, além disso, foram-me proporcionadas formações e competências adicionais pelas quais estou muito grata. Ao mesmo tempo, rapidamente ganhei carinho por este país que me acolheu tão bem. Sinto que fui sempre muito bem recebida por todos e que me consegui adaptar facilmente a este país multicultural, onde há lugar para todos. A nível pessoal, esta estabilidade profissional permitiu-me dar vários passos, por exemplo, fiquei noiva e tenho o meu próprio apartamento, onde já me imagino com os meus filhos em breve. Ter um emprego que nos realiza dá-nos a estabilidade de que precisamos para uma vida plena.

«Sou o Bruno, tenho 25 anos e venho do Porto. Tirei um curso de Comunicação e Marketing no ensino secundário e...»

Bruno Alves (Técnico de TI)

Sou o Bruno, tenho 25 anos e venho do Porto. Depois do ensino secundário, tirei uma licenciatura em Comunicação e Marketing e fiz um estágio de seis meses numa das cinco maiores empresas do país. Posteriormente, trabalhei durante quase 6 anos num grupo de clínicas dentárias em Portugal. Nessa empresa, fui responsável, entre outras coisas, pelos websites e redes sociais, filmagens e edição de vídeo, bem como pela fotografia e pela manutenção de todos os sistemas informáticos e telefónicos. Quando recebi o convite do grupo averecura para me juntar à equipa de TI, aceitei de imediato. Foi uma oportunidade única e irresistível, uma vez que oferecem condições muito boas para conciliar o sucesso profissional com a vida privada. Fui fantasticamente integrado na equipa, permitiram-me conhecer um novo país e novos hábitos e adaptar-me aos mesmos. A partir do momento em que comecei a comunicar em alemão, senti que a integração no dia a dia de trabalho e na sociedade se tornou muito mais fácil. As condições de vida na Suíça são muito diferentes das de Portugal, mas, na minha opinião, para melhor. Aqui é possível alcançar os nossos objetivos enquanto somos valorizados profissional e pessoalmente.

Tem mais perguntas? Teremos todo o gosto em respondê-las.